domingo, 22 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
SOFTWARE LIVRE
Ele esclarece:
Liberdade,libertate do latim,significa faculdade de cada um decidir ou agir segundo a própria determinação.No dicionário Aurélio,liberdade é sinonimo de independência,autonomia.
Software livre é igual a programa livre,expressão criada em oposição ao conceito de programa proprietario.
Linux é um sistema operacional livre.o Windows um sistema operacional proprietário.
Código fonte público,como assim?
Estes são alguns aspectos comentados neste esclarecedor e oportuno texto.
Precisamos divulgar ,conhecer para não ficarmos escravos dos programas privados onde está embutido o consumismo galopante e na contra mão da sustentabilidade de nosso planeta.
Ou será que não?
jussara Motta
ANIME-SE
Trabalhamos ,criamos,buscamos,defendemos nossas idéias,aprendemos e assim convivemos momentos de muita diversão e onde levaremos o que aprendemos para nossas aulas com o mesmo objetivo:tornar nossos educandos protagonistas e orgulhosos do que produzem.
Sucesso á todas nós
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Oficina de animação
Após os 3 últimos (des)encontros de nossa dupla aqui no curso, finalmente estivemos trabalhando juntas nesse dia mais que animado. A colega Gica, que também tem como tema as webquests e é, assim como nós, uma exceção à grande maioria de pedagogas aqui no curso, trabalhou conosco construindo uma vinheta animada para seduzir professores a utilizarem as TIC's em seu trabalho docente. Aprendemos a fazer o roteiro, preparar os materiais dando vida aos personagens criados por nós durante a oficina de animação. Nos próximos encontros estaremos colocando os personagens e o cenário em movimento através da técnica STOP MOTION. No fim iremos editar os detalhes finais e incluir o áudio.
Todas as oficinas que tivemos aqui no curso ao longo destes meses foram extremamente produtivas, tanto do ponto de vista da aprendizagem técnica e metodológica como no aspecto das relações e trocas interpessoais. Sempre estamos trocando, discutindo, socializando e refletindo em conjunto cada novo aprendizado e isso é extremamente importante e rico em nossa opinião. Também estamos sempre com a mã na massa, somos protagonistas nas oficinas e assim podemos aprender fazendo e não somente observando, como muitas vezes acontece em oficinas por aí.
Obrigado profs!
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Texto de Juan Pozo
É um novo desafio,entre tantos, com toda certeza.
Na fala do autor converter informação em aprendizagem e tantas informações, é realmente desafiador, contudo enquanto educadores ,e diariamente enfrentando demandas diversas , acredito que devemos prestar atenção e juntos nos mobilizar para aprimorar estas tecnologias em nosso dia a dia , lutando por cursos, e capacitação junto a encontros pedagógico discussão além confiar em nossa sensibilidade.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
TECNOLOGIA ESCRITA
O texto que lemos como tarefa de casa chamado "Blogs e Fotologs que ensinam " de autoria de João Luis de Almeida Machado mostra a importância da experiência de vivenciar a escrita através da informatica.
Esta organiza um projeto que viabiliza ,proporciona exercitar a escrita através de blogs etc.
A estratégia e boa , válida, porém foi realizada em curso superior de instituição de educação de maiores recursos tecnológicos que os encontrados em nossa realidade das Escolas públicas do Brasil.
Acredito que em um futuro ,sendo otimista, próximo,poderemos usar das mesmas estratégias,enquanto isso vamos sim realizar nossos registros no papel e no lápis e borracha pois enfrentamos dificuldades inclusive grande na capacitação de nossos educadores.
domingo, 2 de agosto de 2009
Blogs e Fotologs ensinam o que?
A partir da leitura do texto "Blogs e Fotologs que ensinam" de João Luis de Almeida Machado", faço aqui a socialização das minhas reflexões, cumnprindo assim a tarefa de recesso de nosso curso.
Concordo com o autor que essas ferramentas são um atrativo incrível capaz de estimular nossos alunos a se interessarem pela escrita. Nós mesmos, quando nos familiarizamos com essas tecnologias passamos a escrever muito mais. Há uns 15 anos atrás ninguém usava e-mail, nem bate bapos na internet. A grande maioria já tinha abandonado a tecnologia das canetas e o hábito da escrita nos diários e tínhamos nos rendido ao moderno telefone.
Alguns ainda tínham o hábito de escrever cartas em papel, quando as distâncias tornavam as ligações muito caras. Hoje ninguém mais escreve cartas, mas também cada vez menos pessoas usam o telefone nem mesmo para se comunicarem com pessoas que estão próximas. O e-mail, o MSN, o orkut e as mensagens nos celulares se tornaram as formas mais baratas de "falar" com os outros.
Todas essas formas de comunicação são potencialmente desenvolvedoras da capacidade escrita e poderiam servir de motivadores para que nossos alunos se interessem em escrever melhor. Afinal de contas, nessa era digital, a vaidade deveria ultrapassar o cuidado restrito à aparência física; o corpo malhado, as roupas de marca, os aparelhos eletrônicos, a mochila..., e deveria alcançar a vaidade sobre a forma como se comunicam, a vaidade da escrita, no caso desses meios mencionados. E na verdade de uma forma ou de outra ela chega lá.
O problema todo, é que escrever na rede também tem sua moda, a moda do "internetês", a linguagem destorcida da internet que adapta a nossa lingua à pressa, a preguiça e a dificuldade das pessoas com o português correto e elaborado. Além de ser mais rápido, é mais fácil escrever vc para não ter que saber se escreve com ou sem ç, com ou sem acento agudo!
Como qualquer moda, essa linguagem é sedutora, consequentemente eles parecem estar muito interessados em aprender a escrever nesses códigos.
Negar a linguagem que é própria do grupo social onde estabelecem sua relações, que está na moda no espaço e no tempo deles, seria no mínimo, uma burrice do ponto do vista da sedução para a escrita. O que fazer nesse caso?
Se deixarmos eles escreverem dessa forma em nossas intervenções didáticas com auxílio das TIC´s não estaremos contribuindo com o desenvolvimento de sua escrita formal, estaremos sim dando espaço para a preguiça, a pressa e o "desleixo" com a lingua. Mas se não deixarmos eles escreverem desse jeito quando estiverem sob nossa supervisão, estaremos criando a famosa atmosfera do proibido em torno do "internetês" que mais seduz do que evita.
Outro dia meu namorado postou em seu blog (que eu fiz para ele logo depois da aula lá no NTE) que deveríamos fazer uma campanha de incentivo à leitura às avesas proibindo nossas crinaças de se aproximarem dos livros, colocando tarjas pretas nas capas dos livros e fotos de escritotores famosos nas contracapas em alertas do ministério da saúde sobre os danos que a leitura pode causar às pessoas, trancando os livros num armário bem alto de nossas casas e deixando apenas que os mais velhos, entre outros merecedores, possam ter acesso ao tesouro proibido. Quem sabe assim as coisas mudavassem, né?
Estou pensando mesmo em começar a usar o blog como ferramenta em minhas aulas, para registrar as aulas no laboratório de Ciências. Essas são mais eventuais e não tomariam tanto tempo na correria da escola convencional onde trabalho. Vamos fazer e-mails juntos para todos os alunos das sétimas e oitavas séries para os quais lecionao Ciências, pelo menos para os que quiserem. Vou começar a mandar tarefas de casa pelos e-mails. Lá na escola eles podem usar a informática para acessar o que quiserem, em determinados horários. Estou pensando em estabelecer a seguinte regra: Nos e-mails podemos nos comunicar pelo internetês, caso queiramos, mas no blog não. Pensei em discurtir com eles sobre a publicidade do Blog e a intenção de que mais pessoas possam entendam o que está escrito. Nem todo mundo sabe que qq significa qualquer, não é mesmo? Vamos fazer um levantamento sobre a origem do internetês, da intenção inicial de codificar a mensagem para que nem todos pudessem entender. Vamos brincar de falar na lingua do p para problematizar a questão e refletirmos sobre a necessidade de discernirmos que linguagem usar em quais situações. Acho que assim vai ficar legal.
Quem sabe estabelecemos uma verdadeira troca de conhecimentos, afinal sobre internetês eu naum sei quase nada!

